06 outubro 2010

Astrônomos preocupados com a diminuição do Campo Magnético Solar.

Matthew J. Penn e William Livingston, astrônomos do National Solar Observatory, situado no Arizona, prepararam um artigo técnico a ser apresentado no IAU Symposium No. 273 (http://www.probeinternational.org/Livingston-penn-2010.pdf), este artigo mostra a evolução da quantidade de manchas solares e a sua relação com o campo magnético solar.

Estes autores, usando telescópios e outros equipamentos utilizados para este fim, fizeram uma correlação entre o campo magnético e as manchas solares. A figura 1 do artigo acima representada, mostra em vermelho todas as medidas e em preto as médias anuais. No eixo das ordenadas refere-se ao campo magnético (em Gauss – unidade de magnetismo) e eixo das abscissas estão os respectivos anos separados entre os ciclos solares 23 e 24 (atual).

Os autores extrapolaram linearmente a tendência dos valores médios e com isto tem um resultado surpreendente, entre 2017 ou 2022 o sol pode se tornar branco de manchas solares (o mínimo aceito para a criação de uma mancha solar está em torno de 1500 Gauss).

Qual o grande problema disto?  ENORME, pois várias medidas correlacionam um Sol livre de manchas solares com quedas substantivas na temperatura da Terra. O gráfico a seguir mostra o número de manchas solares medidas a partir de meados do século XVII, sendo que durante os períodos 1650 a 1700, 1800 a 1830 e 1870 a 1910 ocorreram os mínimos de Maunder, de Dalton e o avanço glacial tardio.

Por outro lado, se vê claramente que os máximos em termos de manchas solares correspondem exatamente com o período que muitos atribuíam (cada vez atribuem menos!) ao Aquecimento Global Antropogênico.

Para não colocar palavras na boca dos autores do artigo, os dois últimos parágrafos são originários de diversos trabalhos de climatologistas que comparam os ciclos solares com a temperatura na Terra.


A grande dúvida que se põe é da continuação da tendência linear das manchas solares, mas se levarmos em conta que o período interglacial que vivemos hoje em dia supera já em algumas centenas de anos os períodos anteriores, a tendência de um Resfriamento Global se mostra muito plausível.

Poderemos neste caso ter três situações:

1ª Uma inversão completa na tendência com subida da temperatura,

2ª um mínimo temporário, levando a uma pequena idade do gelo, com um resfriamento de dois ou três graus, ou

3ª um novo período glacial (frio mesmo).

Eu torceria por um aquecimento global, pois este afeta minimamente a vida na Terra, pois a segunda hipótese é um terror e a terceira um descalabro.

05 outubro 2010

As Neves do Kilimanjaro, mais um mito do Aquecimento Global que se vai.

Quando escutamos que as Neves do Kilimanjaro podem acabar em menos de trinta anos lembramos-nos do conto de Ernest Hemingway que foi imortalizado num dos clássicos do cinema americano, que leva o mesmo nome do conto “The Snows of Kilimanjaro” comGregory Peck, Susan Hayward e Ava Gardner.



Kilimanjaro, para quem ainda não sabe, é a montanha mais alta da África com seus altivos 5 891,8 m e com suas neves eternas. Isto é algo que toca a fundo no inconsciente dos ocidentais.

Repete-se com insistência as causas desse cataclismo, o “Aquecimento Global Antropogênico”, AGA, porém nunca foi estudado a fundo a origem desta perda de gelo. Pois agora uma equipe multidiplinar das Universidade de Portsmouth (Reino Unido), Universidade do Brunei Darussalam, e da Universidade de Massachusetts (Estados Unidos), foram a campo estudar o fenômeno durante quatro anos, eu disse QUATRO ANOS (2004-2008).

Foram medidas a umidade, os campos de velocidade e implantadas dez estações meteorológicas automáticas em diversos pontos para monitorar 24 horas por dia tudo o que ocorria em torno desta montanha. Os pesquisadores ainda usaram dados de satélite para fechar melhor os seus modelos conceituais de circulação de ar no Kilimanjaro. Após este grande esforço, bem baseado tanto em teoria como nos dados eles conseguem enxergar claramente o vilão da história.

Para encurtar o assunto, que pode ser lido no trabalho, The montane circulation on Kilimanjaro, Tanzania and its relevance for the summit ice fields: Comparison of surface mountain climate with equivalent reanalysis parameters de N.C. Pepin, W.J. Duane e D.R. Hardy, em Global and Planetary Change, eles chegam a conclusão que realmente é o HOMEM que está acelerando o degelo dessas neves outrora eternas, mas não através do AGA, mas sim através do DESMATAMENTO nas regiões próximas a montanha. Concluindo já no fim do sumário deste artigo que “Long-term ice retreat at the summit of Kilimanjaro therefore is most likely to be influenced by changes in local land-use as well as more regional free-air changes.”

O artigo não isenta os humanos no fim das neves do Kilimanjaro, mas com um diagnóstico correto permite sugestões pontuais para evitar esta catástrofe, que pode abalar o turismo da região. Um diagnóstico correto permite que o governo da Tanzânia se quiser manter o turismo na região poderá empreender uma custosa, mas proveitosa tarefa de reflorestar amplas áreas em torno do monte.


A grande dúvida que sempre se tinha sobre o Kilimanjaro era que o seu cume apresenta pela altura uma temperatura abaixo do ponto de fusão do gelo, e mesmo assim vinha insistentemente perdendo área ano após ano. O que se diagnostica com isto é que o gelo esta num processo de sublimação (passagem direta do estado sólido para o gasoso) e como as correntes de ar úmido estão sendo eliminado pela ausência do clima úmido, presente em florestas tropicais.

03 outubro 2010

Os ecologistas mostram a sua face Fascista (com humor é claro)

Já estou sentindo explodir, veja o que gentis ingleses, pró controle da emissão de gases do efeito estufa colocam como um víde de Humor (????) sobre o controle de emissões.



http://www.1010global.org/uk