24 julho 2011

Rolf-Dieter Heuer. Como um pesquisador deixa de ser cientista e começa a ser político.



No item denominado: Bola no centro, pois se começa nova partida, foi confirmado a variação do campo magnético solar influencia o clima. eu já havia falado sobre a confirmação da hipótese de Henrik Svensmark e Friis-Christensen sobre a influência dos raios cósmicos na formação de nuvens. A confirmação que aparecera na época foi obtida na Universidade de Aarhus com o projeto ASTRID. Também chamei atenção que o poderoso CERN (ex Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire atual Organisation Européenne pour la Recherche Nucléair), que fica em Genebra, havia posto seu poderoso acelerador de partículas para o mesmo objetivo. Os ensaios do CERN parecem que chegaram a mesma conclusão que os da Universidade de Aarhus, porém a postura da direção do CERN, através do seu diretor geral o Físico Rolf-Dieter Heuer parece a todos meio ambígua e comprometida com preconceitos que contradizem os dados experimentais.

Para não dizer que é preconceito de minha parte, colocarei a seguir um parágrafo inteiro de uma entrevista sua concedida à edição digital do Welt, para ficar bem claro, colocarei os parágrafos (pergunta e resposta) em alemão depois uma tradução para o português (se uma santa alma que conheça bem o idioma alemão queira contribuir com uma tradução melhor, ficaremos agradecidos e substituiremos a nossa). Esta entrevista faz parte de uma entrevista mais longa sobre diversos assuntos denominada: Wie "Illuminati" den Cern-Forschern geholfen hat. (Título totalmente imbecil!)


Rolf-Dieter Heuer

“Welt Online: Mit großer Spannung werden auch die Ergebnisse des so genannten Cloud-Experiments erwartet, bei der die Bildung von Wolken erforscht wird. Diese Ergebnisse könnten doch für das Verständnis des globalen Klimawandels wichtig sein?
Heuer: Es geht hier in der Tat darum, die Wolkenbildung besser zu verstehen. In der Natur gibt es sehr viele Parameter, die das beeinflussen – unter anderem die Temperatur, die Luftfeuchtigkeit, Verunreinigungen und auch die Höhenstrahlung. Beim Experiment „Cloud“ geht es darum, den Einfluss der Höhenstrahlung auf die Wolkenbildung zu untersuchen. Die dafür genutzte Strahlung kommt aus dem Beschleuniger. Und in einer Experimentierkammer kann unter kontrollierten Bedingungen erforscht werden, wie die Tröpfchenbildung von der Strahlung und Schwebstoffen abhängt. Die Ergebnisse werden in Kürze veröffentlicht. Ich habe die Kollegen gebeten, die Ergebnisse klar dazustellen aber nicht zu interpretieren. Damit würde man sich sofort in die hochpolitische Arena der Klimawandeldiskussion begeben. Man muss sich darüber klar sein, dass es sich bei der Höhenstrahlung nur um einen von sehr vielen Parametern handelt.
Welt Online: Os resultados do experimento sobre formação de nuvens denominado “CLOUD” são aguardados com grande expectativa. Estes resultados podem ser relevantes para a compreensão da mudança do clima global?
Heuer: É certamente uma questão de para melhor compreender a formação de nuvens. Na natureza existem muitos parâmetros que influenciam – parâmetros que incluem a temperatura, a umidade, e as impurezas e também as radiações cósmicas. Na pesquisa “Cloud” se investiga a influência dos raios cósmicos na formação de nuvens, utilizando-se radiação proveniente do acelerador. E em uma câmara experimental sob condições controladas pode ser estudado como a formação de gotículas depende da radiação e de partículas. Os resultados serão publicados em breve. Eu pedi aos colegas para que publicassem os resultados de forma clara, sem, no entanto, apresentar interpretação. Isso iria imediatamente para o debate na arena político das alterações climáticas. É preciso deixar claro que os raios cósmicos é apenas um dos muitos parâmetros.

Fica claro que o Físico Diretor geral do CERN está agindo como político, pois ele está sem apresentar nenhum resultado interpretando-os, na medida em que ele coloca duas vezes que os raios cósmicos formam nuvens, mas não é o único fator e por outro lado ele está impedindo os Físicos do CERN de INTERPRETAR os resultados, ou seja, eles devem colocar os resultados brutos sem tratamento nenhum, para dificultar a análise e dar tempo para outras artimanhas.

16 julho 2011

Notícias conflitantes a partir da mesma fonte, julguem vocês mesmo.

No Blog do fórum ambientebrasil li a seguinte notícia.

Nos EUA, as temperaturas do inverno estão subindo muito mais do que as do verão. 

Em seguimento está escrito

A agência climática dos Estados Unidos acaba de revelar novos mapas, que mostram que a temperatura nos Estados Unidos está mudando, e isso tem ocorridos nas ultimas décadas. A imagem acima mostra o quanto as temperaturas mínimas de janeiro (correspondente ao inverno nos EUA) têm mudado, de 1971 a 2000 e 1981 a 2010, enquanto a figura abaixo mostra a alteração nas temperaturas máximas de julho (correspondente ao verão no hemisfério norte). A cor laranja indica aumento de temperatura, enquanto a azul queda de temperatura.

 Após vem as seguintes figuras:

Anomalia climática no mês de Janeiro em relação a um período não indicado (fonte ?, pelo cantinho da foto parece NOAA)

Anomalia climática em Julho em relação a um período não determinado (fonte ?, pelo cantinho da foto parece NOAA).
Após isto vem o seguinte texto


"Como pode se notar, a situação no país não é nada uniforme.
O mais notável é que as temperaturas mínimas, com exceção da Flórida e partes no sul, estão subindo até cerca de 2ºC em alguns lugares.


As temperaturas máximas de julho não mostram um aumento tão grande, chegando a ter algumas quedas de temperatura em Nova York e algumas regiões do centro-leste. Grande parte do estado de Oregon mostrou temperaturas máximas cerca de 1ºC maiores do que costumavam ser.


Em geral, cada um dos estados do país notou aumento na temperatura média nos últimos 3 anos. Então, enquanto alguns lugares estão tendo invernos mais frios e outros vivenciando verões mais brandos, a tendência geral é para temperaturas médias maiores."

A notícia leva o leitor a pensar que houve nos últimos anos modificações significativas no clima Norte-Americano, como conheço um pouco a realidade Norte-americana, fui procurar no site da NOAA, mais especificamente em http://www.ncdc.noaa.gov/oa/climate/research/cag3/cag3.html os mapas das anomalias climáticas dos três últimos invernos e verões, que deveriam ter justificado esta notícia e vou transcrevê-los a seguir com alguns comentários em cada período.
Inverno 2008-2009: Estados do sul mais quentes que a média e estados do norte mais frios, em resumo inverno na média.

Inverno 2009-2010: Estados do sul muito mais frios, pequenas regiões ao norte mais quentes, em resumo inverno frio.

Inverno 2010-2011: Inverno mais frio na costa leste, excepcionalmente frio na Flórida, alguns estados discretamente acima da média (Califórnia e mais dois) e outros na média, em resumo um inverno discretamente mais frio.
Verão de 2008: Uns estados mais quentes outros mais frios, em resumo um verão discretamente acima da média.

Verão de 2009: Estados continentais mais frios, os costeiros mais quentes, em resumo difícil classificação, mais para na média do que quente ou frio.

Verão de 2010: Estado do leste quentes bem acima da média, os demais discretamente quentes ou estáveis, somente dois estados do norte (costa oeste) abaixo da média, em resumo verão bem quente.

O que se pode concluir de tudo isto? Basicamente que os últimos três verões e invernos não justificam uma manchete sobre grandes alterações (aquecimentos) nos invernos ou nos verões, ou seja, não há nada de novo no clima Norte-Americano.

Não sei de onde saem as informações postadas em alguns Blogs ambientalistas, mas provavelmente não é do mesmo lugar que eu as recolho.

07 julho 2011

Falta de postagens.

Nesta e na próxima semana, não terei tempo para novas postagens, voltando depois com um número significativo de assuntos a serem comentados, aguardem.

05 julho 2011

Energia solar não precisa de manutenção?

Como estou sem tempo e nas duas próximas semanas não postarei quase nada, só para o pessoal ficar alegre colocarei quatro imagens de sistemas solares implantados na Alemanha, um tinindo de novo e outro de 1989. Tanto um como o outro mostram que é necessário manutenção e que a durabilidade de um sistema do tipo  sofrem muito com o passar do tempo.
Este é um sistema implantado há pouco tempo 

Vista de longe de um belo sistema de geração fotovoltaica implantado na 

ilha de Fehmarn


Mesmo que anterior, só mais de perto.

Agora bem de perto
Chega-se a conclusão que em vinte anos ele deve ser totalmente substituído.